É provável que não exista um só autor, mas vários, da lenda medieval inglesa sobre as proezas do "arqueiro de Sherwood". Em todas as versões, Robin Hood aparece como o chefe de um bando de homens fora-da-lei que roubam dos ricos para dar aos pobres e tomam partido dos camponeses contra os senhores. Sua companheira Marian, ágil cavaleira, partilha os mesmos ideais. A história atrai pelo código de honra que norteia as ações do bando de Robin Hood.
Dizia-se que Salomão, rei dos hebreus, que viveu entre 1032 a. C. e 945 a. C. , fez uma imensa fortuna explorando jazidas de diamante na África. O escritor inglês Sir Haggard inspirou-se na experiência que teve na África, onde trabalhou muitos anos, para criar esta famosa aventura, publicada originalmente em 1885.
Se não fosse a gripe que o deixa de cama, Marco Apolino, de 9 anos, não se animaria a ler o livro enorme que ganhou do tio. Bendita gripe! Ele se empolgou tanto que nem sabe se leu ou sonhou... As histórias do seu xará famoso, o italiano Marco Polo -- que trouxe o macarrão para a Itália e foi o maior viajante do século 12 -- o levam a aventuras fantásticas na China, Tibete, Pérsia, Armênia, Iraque, Japão, Índia, Sumatra, Madagáscar e outros cenários exóticos do Oriente.
Na noite de Natal, um homem avarento é visitado por três espíritos, que o fazem enxergar seus erros e a necessidade de se tornar uma pessoa melhor. Uma viagem pela Londres do passado e por sentimentos eternamente humanos nesta comovente história criada pelo maior escritor inglês do século XIX, autor dos romances "Oliver Twist" e "David Copperfield".
São 32 fábulas de Esopo e La Fontaine adaptadas para crianças na faixa dos 5-7 anos, em duas versões: cada fábula em um livrinho separado, e uma edição completa (as 32 fábulas, acompanhadas de CD). As histórias trazem, cada uma, sua "lição de moral", do tipo "A mentira tem pernas curtas", "Destrua o mal antes que ele cresça" ou "O feitiço pode se voltar contra o feiticeiro."
É 6 de janeiro de 1482, uma data especial para os franceses: nela se comemoram o Dia de Reis e a Festa dos Loucos, onde criaturas estranhas como o corcunda Quasímodo são alvo de manifestantes nas ruas. A conhecida história do autor francês, que criou "Os miseráveis", passa-se no cenário da igreja Notre-Dame de Paris, sob o signo da fatalidade. Uma tragédia em que não faltam lances de amor, ética e coragem, e que continua apaixonando o leitor do século 21.
Mary, garota mimada que vivia na Índia, perde os pais numa epidemia de cólera e é obrigada a morar na Inglaterra com o tio. Lá encontra o primo Colin, de 10 anos, vítima de uma estranha doença que o prende à cama, e Dickson, de 13, irmão da empregada da casa. Tudo muda na vida dos três -- e do tio -- quando eles fazem renascer um jardim abandonado. Frances Burnett é autora de outras histórias famosas, como "O pequeno lorde".
Publicado em 1870, o livro nos transporta para as belezas e mistérios do fundo do mar. A bordo do submarino Nautilus, três homens -- o pesquisador Aronnax, seu criado Conselho e o arpoador de baleias Ned Land -- tornam-se prisioneiros do enigmático capitão Nemo, que os conduz a aventuras incríveis pelos oceanos da Terra. A obra inspirou engenheiros navais a criar um submarino seguro e serviu de referência para as viagens do explorador francês Jacques Cousteau.
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