"Com 12, 13 anos, eu era tímida e introvertida. Adorava fazer redações, pois pra mim era mais fácil escrever do que falar (até hoje, aliás...). Isso me levou ao jornalismo. Eu já trabalhava como jornalista há vários anos e queria muito escrever histórias, mas me faltava coragem. Achava que não tinha imaginação. Até que, um dia, descobri que poderia criar histórias a partir de fatos reais..."
Tudo parecia perfeito naquela rave: o mar, os coqueiros ao vento, as boas vibrações da lua cheia, o som bombando, a galera em transe, sintonia total. Mas um terrível acidente marcará para sempre a vida dos jovens, levando-os a um triste dilema: nas condições em que ficou, Tito deve viver ou morrer?
Três autores, três épocas, três histórias: duas são clássicas, em adaptações modernas, dialogando com um texto atual de Isabel, autora também das adaptações. Em Águas Claras, duas primas viajam de carro pela região do Araguaia, em Goiás. De repente... que susto! Elas se veem minúsculas, jogadas dentro de uma garrafa, à deriva pelo rio. O que aconteceu?
Por trás da timidez, Valentina escondia um problema: estava sendo zoada por colegas da escola e sentia raiva e vergonha. No início, eram só piadas de mau gosto. Mas quando a zoada invade a internet, como descobrir os culpados? A história trata do ciberbullying, um tema atual e importante.
Casa de avó tem que ter quintal, balanço, bagunça e bolinho de chuva, certo? Nem sempre...Hoje em dia tem muita avó que mora dentro do computador. É o caso do Leo, um menino cuja família vive em países diferentes. No início, aquilo parecia bem estranho. Mas, aos poucos, Leo acabou descobrindo que, em família como a dele, pode até faltar abraço de verdade, mas sobra amor pra abraçar o mundo inteiro.
DZ3.
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